é, abandonei mesmo :T
18/04/2010
Hoje despi o céu, bem em cima da minha cabeça. Me permiti deslumbrar as estrelas, uma em especial; por tempo suficiente para projetá-la em meus olhos, quando fechados. Não pensei na parte romântica do momento, acreditei que eu era a unica que havia notado seu brilho, inconfundÃvel. Um brinde aos que duvidam, deles será a certeza. O céu me inquieta com todo seu ilusionismo em noites como essa. Me dá um tanto de medo. E um tanto de reconhecimento da minha insignificância perto dele. A irmã, na rede, conseguiu roubar palavras da minha boca a respeito de coisas que nem me importavam mais. Até aquele momento, pelo menos. Foi estranho falar do passado como passado, já que eu fingia que tudo aquilo já nem havia existido.
25/03/2010
06/03/2010
05/02/2010
31/01/2010
28/01/2010
“O resto das suas vidas é muito tempo, e quer saibam ou não, está sendo traçado agora. Podem escolher culpar o destino, ou má sorte, ou escolhas erradas. Ou podem lutar. As coisas nem sempre serão justas na vida real. É assim que as coisas são. Mas, na maioria das vezes, você recebe o que dá. Deixe-me perguntar uma coisa: O que é pior? Não conseguir tudo o que você sonhou ou conseguir, e descobrir que não é o bastante? O resto das suas vidas está sendo definido agora mesmo. Com os sonhos que perseguem, as escolhas que fazem e com as pessoas que decidem ser. O resto da vida é muito tempo… E o resto da sua vida começa agora.”
Haley James Scott, One Tree Hill
27/01/2010
25/01/2010
23/01/2010
Sempre reparo nas lindas garotas dos seriados, no auge da adolescência. Populares, bem vestidas, bem mantidas. Elas parecem possuir escudos, que só não deixam imune o coração. Quase sempre sofrendo por amor, quase sempre tentado dar a volta por cima, seguir em frente. Homens disponÃveis não faltam. DisponÃveis e lindÃssimos. Coisa de ficção. As roupas não repetem, as palavras também não. Basta uma vez dita. O que elas querem, acontece. E grande parte disso eu sempre desejei pra mim. Sempre desejei os dezessete. Não sei bem por que os dezessete e não os dezoito ou vinte e um. Mas dezessete me passava uma impressão de poder. Eu falando e todos escutando e todos concordando. Queria ser como elas. Me vestir como elas. Ter um pouco desse encanto que elas têm. Dezessete chegou. Mas, por alguma razão, parei de desejar tanto tudo isso. Artificial essa coisa da ficção. A realidade ta aqui, me presenteando com os dezessete, saúde e tudo o mais. Eu estou aqui, na realidade, firme e forte para o que der e vier. Pronta para os corações partidos, para os lindÃssimos homens indisponÃveis, pro auge da adolescência. Dezessete chegou. E algo me faz pensar que, de qualquer forma, chegaria de um jeito incrÃvel. Mesmo que eu não conhecesse toda essa vida dos contos de fadas. Mesmo que eu não desejasse ser como as garotas dos seriados. Mesmo que eu não quisesse. Porque dentro de mim algo se estusiasma e grita que sempre soube que seria assim.
